sábado, abril 21, 2007

o vento

mas o estrago que faz
a vida é curta pra ver



eu pensei que quando eu morrer


vou acordar
para
o tempo
e para o
tempo parar







de plástico

os alexandres de plástico não morrem





mas também não choram, não sofrem, não riem, não falam, não pensam, não vivem.

o primeiro romance

e a tal fila do pão já é lugar-comum.

1, 2 , 3 e já!

eu vou contar até três e nós vamos voltar seis meses no tempo, onde tudo estava calmo e tranquilo.
a brincadeira foi divertida até agora, mas acho que já está bom por aqui.
não concordam?


no três...